“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.”
Clarice Lispector
Psicóloga · abordagem psicanalítica · atendimento online

Você é forte, independente e admirada.
E, ainda assim, no amor algo continua doendo.

Atendimento psicológico para mulheres brasileiras que vivem fora do país e desejam entender por que certos padrões se repetem nos relacionamentos e buscam construir vínculos mais saudáveis e uma relação mais gentil consigo mesmas.

Agendar uma consulta Marília Braga · Psicóloga · CRP 06/115713 · agendamento pela plataforma Doctoralia
Psicóloga registrada · CRP 06/115713
Atendimento online, de onde você estiver no mundo
Sessões com áudio e vídeo de alta qualidade
Sigilo profissional assegurado
Talvez você se reconheça aqui

Por fora, está tudo resolvido. Por dentro, no amor, é outra história.

Carreira, independência, uma vida construída longe de casa. Mas quando o assunto é amar, é como se você virasse outra pessoa, e talvez algumas destas frases soem familiares demais:

O medo de ser abandonada aparece antes mesmo de qualquer sinal.

Uma rejeição ou até mesmo o medo dela, tem o poder de te desorganizar por dias.

O ciúme aperta o peito e você nem sempre entende de onde vem.

Mesmo cercada de gente, existe uma solidão que não passa, e a distância de casa pesa.

Pessoas diferentes, mas sempre a mesma história que termina te machucando.

Você se dobra, cede, abre mão dos seus limites, e depois sente que se perdeu no caminho.

Quando se envolve, parece que sua paz inteira passa a depender do outro.

Uma separação te derruba de um jeito que parece impossível de levantar.

No amor, você aceita bem menos do que sabe que merece.

Se você leu concordando com algumas dessas frases, talvez haja aí algo que mereça ser olhado com mais calma, e há mais que vale a pena entender.

O que está por trás disso

Não é falta de inteligência, nem de força. Você é prova viva de que sabe construir uma vida (atravessou fronteiras, recomeçou em outro idioma, montou tudo praticamente sozinha).

Mas existe uma parte sua que aprendeu, muito cedo, que amar é arriscado. Que para ser querida, é preciso agradar. Que limite afasta. Que ficar sozinha é o pior dos finais. E essa parte continua escolhendo por você, mesmo quando a mulher adulta, capaz e admirada já sabe que merece diferente.

O padrão não se desfaz na base do esforço. Ele começa a afrouxar quando a gente entende, sem pressa, de onde ele veio.

É esse o trabalho que fazemos juntas na análise: olhar para a sua história sem julgamento, reconhecer o que se repete e abrir espaço para você se relacionar a partir de quem você é hoje, não de quem precisou ser para sobreviver.

A análise não promete um amor sem risco, nem entrega respostas prontas. O que ela oferece é mais raro, e bem menos vendável: a coragem de sentir, de suportar não saber por um tempo, e de descobrir a diferença entre estar só e se sentir sozinha.

O que pode se abrir

A análise não te deixa mais dura. Te deixa mais inteira.

Não é uma fórmula, nem uma promessa de resultado. Cada pessoa é única, e o que se transforma na análise varia de história para história. O que descrevo abaixo são caminhos que costumam se abrir quando alguém se escuta a sério.

O que costuma pesar hojeO que pode ir se abrindo
Escolher por medo de ficar só
Escolher a partir do desejo e não da carência.
Repetir relações que machucam
Reconhecer o padrão e, enfim, interrompê-lo
Ceder até se perder
Colocar limites sem culpa
Sentir que sua paz depende do outro
Ter um chão interno que é só seu
Aceitar menos do que merece
Se relacionar a partir do seu próprio valor
Marília Braga, psicóloga com abordagem psicanalítica, especializada em atendimento online para brasileiras no exterior
Quem vai te acompanhar

Prazer, sou a Marília Braga.

Sou psicóloga com abordagem psicanalítica. Há anos acompanho mulheres brasileiras que, como você, construíram vidas independentes em outros países, e foram descobrindo que sucesso lá fora não é o mesmo que paz por dentro. Conheço de perto os dilemas de quem ama em outra língua, longe da família e das referências de casa.

Meu jeito de trabalhar é acolhedor e firme ao mesmo tempo: recebo a sua história sem pressa e sem julgamento, mas também não te deixo confortável demais nos lugares que já não te servem. Me interessa você, não um diagnóstico, não um rótulo, mas a mulher inteira, com suas contradições, que existe por trás dos padrões.

Ofereço um espaço para que você possa escutar a si mesma com mais profundidade e reconhecer aquilo que, por tanto tempo, talvez tenha sido silenciado em nome do amor, da adaptação ou da necessidade de corresponder às expectativas dos outros. Porque, muitas vezes, o sofrimento não está em amar demais, mas em ter aprendido que amar exigia abrir mão de si mesma.

“Amar… não para fugir de si mesma, mas para se encontrar.” Simone de Beauvoir · O Segundo Sexo
Psicóloga · CRP 06/115713 Abordagem psicanalítica Atendimento em português
Como funciona o atendimento

Pensado para a sua vida lá fora.

De onde você estiver

Sessões totalmente online, com horários pensados para diferentes fusos. Você não precisa estar no Brasil para ser cuidada como se estivesse em casa.

Áudio e vídeo de alta qualidade

Uma experiência cuidada de verdade (sem travamentos, sem ruído). A imagem nítida e o som claro fazem a conversa fluir como se estivéssemos na mesma sala.

Sigiloso e seguro

Um espaço protegido, só seu, onde você pode dizer o que nunca disse em voz alta. O que é falado aqui, fica aqui.

Continuidade onde a vida te levar

Mudou de cidade, de país, de fuso? O cuidado continua o mesmo. Um vínculo estável, semana após semana, independente de onde você esteja.

Seriedade no cuidado

Um atendimento sério, ético e dedicado.

Para um trabalho tão íntimo, confiança é o mínimo. Estes são os compromissos que sustentam o meu.

Psicóloga registrada

Atuação dentro do Código de Ética da profissão, com registro ativo no Conselho Regional de Psicologia (CRP 06/115713).

Abordagem psicanalítica

Uma escuta que vai além do sintoma, interessada na sua história e no sentido daquilo que se repete, sem fórmulas prontas.

Atuação dedicada

Foco clínico nas relações amorosas de mulheres brasileiras que vivem no exterior, um cuidado pensado para a sua realidade.

O agendamento é feito pela plataforma Doctoralia, onde também ficam registradas, de forma independente, as avaliações de quem já se consultou.

Antes de marcar

Perguntas que talvez você esteja se fazendo.

Nunca fiz análise. Por onde eu começo? +
Pelo começo, no seu ritmo. Você não precisa chegar com tudo organizado nem saber explicar o que sente. Basta marcar a primeira sessão, eu conduzo a conversa com cuidado a partir daí.
Funciona mesmo sendo online? +
Funciona, e muito. O vínculo terapêutico não depende de estar na mesma sala, depende de escuta, presença e continuidade. Com áudio e vídeo de qualidade, a sessão flui naturalmente, com a vantagem de você estar no seu próprio espaço seguro.
Como funciona com o fuso horário? +
Trabalho com horários flexíveis justamente porque atendo mulheres em diferentes países. Combinamos um horário que caiba na sua rotina aí fora, e ele fica reservado para você toda semana.
Em que idioma são as sessões? +
Em português. Para muitas mulheres que vivem fora, poder sentir e falar das emoções na própria língua materna é parte importante do alívio.
É realmente sigiloso? +
Sim. O sigilo é inegociável e faz parte do compromisso ético do meu trabalho. O que é dito nas sessões permanece entre nós.
Como agendo e pago morando no exterior? +
Pelo botão de agendamento, que leva à minha página no Doctoralia, lá você escolhe o horário e encontra todas as informações.

Ficou alguma dúvida que essas respostas não cobriram?

Textos da Marília

Reflexões para pensar entre uma sessão e outra.

De tempos em tempos, escrevo sobre os temas que mais atravessam o consultório. São textos livres, sem resposta pronta (um convite a pensar junto).

Como saber se um relacionamento chegou ao fim?

Talvez a primeira coisa a dizer seja que a pergunta já é um indicador. Quem pergunta "será que acabou?" já está em outro lugar, não necessariamente no lugar do fim, mas no lugar da dúvida...

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Talvez a primeira coisa a dizer seja que a pergunta já é um indicador. Quem pergunta "será que acabou?" já está em outro lugar. Não necessariamente no lugar do fim, mas no lugar da dúvida. Algo se moveu. Algo que antes era evidente, respirável, dado, agora pede exame. E o exame, sabemos, cansa. Ninguém examina o que está vivo e pulsando; a gente examina o que dói, o que rachou, o que parou de responder.

Se você está se fazendo essa pergunta, você não está louca, não está exagerando, não está "criando problema". Você está escutando alguma coisa. A questão é o quê.

O fim não é um evento, é um processo.

Gostamos de pensar o fim como uma data, uma cena, uma frase definitiva. Mas os relacionamentos raramente terminam assim. Eles vão terminando. Vão se esvaziando de investimento, de curiosidade, de futuro. E aqui vale uma distinção importante: não confundir o fim de uma forma de amor com o fim do amor.

Todo relacionamento longo atravessa mortes sucessivas. Morre o encantamento inicial e, ainda bem, porque ninguém sustenta aquela febre por décadas. Morre uma certa imagem que fizemos do outro, aquela projeção deliciosa e mentirosa dos primeiros tempos. Morre a fantasia de completude, a ilusão de que o outro viria tapar nosso buraco fundamental. Essas mortes são condições do amor mais maduro: amar o outro naquilo que ele é, e não naquilo que inventamos que ele fosse.

Talvez, a pergunta não seja "acabou?", mas: "o que acabou?" Acabou uma fase, uma forma, um pacto antigo que precisa ser renegociado? Ou acabou a possibilidade de desejar junto?

Alguns sinais (não regras)

Desconfie de quem lhe oferece uma lista de dez sinais de que seu relacionamento acabou. O inconsciente não lê listas. Mas há perguntas que podem funcionar como lanternas.

Há ainda curiosidade? Não pergunto se há paixão, se há sexo toda semana, se há borboletas. Pergunto algo mais discreto e mais decisivo: você ainda quer saber o que o outro pensa? Ainda se surpreende com ele, ainda que raramente? Ou o outro se tornou inteiramente previsível, um texto já lido, do qual você conhece cada parágrafo? Quando o outro vira paisagem repetida, algo grave aconteceu com o desejo.

Há futuro no discurso? Casais vivos conjugam verbos no futuro, mesmo brigando: "quando a gente viajar", "no ano que vem", "quando envelhecermos". Quando o futuro desaparece das frases e resta só o presente administrativo (contas, logística, filhos, agenda), ou pior, só o passado ("a gente era", "no começo você fazia"), o tempo do casal pode estar dizendo algo que a boca ainda não disse.

O conflito ainda existe? Brigar é sinal de vida. Brigar é ainda esperar algo do outro, ainda se importar o bastante para se decepcionar.

O sinal mais inquietante não é o conflito, mas a indiferença. Quando não vale mais a pena nem brigar, quando a presença do outro não afeta mais nem para o bem nem para o mal, o laço pode estar se desfazendo em silêncio.

Talvez a pergunta mais importante seja: quem você é ao lado dessa pessoa? Todo relacionamento nos convoca a uma certa versão de nós mesmos. Há laços que nos expandem e laços que nos encolhem. Você gosta de quem você se tornou nessa relação? Ou percebe que vem se editando, se calando, se diminuindo para caber?

Um relacionamento que exige seu desaparecimento como preço da permanência já respondeu à sua pergunta, só falta você conseguir escutar.

O medo que se disfarça de amor

É preciso ter coragem para uma pergunta desconfortável: o que me mantém aqui é amor ou é medo? Medo da solidão, medo do fracasso ("investi tantos anos"), medo do olhar dos outros, medo de descobrir quem você é fora desse laço.

E há também o inverso, que precisa ser dito com o mesmo cuidado: às vezes o impulso de terminar não é escuta do desejo, é fuga. Fuga do trabalho que todo amor duradouro exige, fuga da frustração inevitável de que o outro nunca será tudo, fantasia de que existe em algum lugar um par que não decepciona. Não existe. Todo outro decepciona, porque todo outro é outro. A questão é distinguir a decepção estrutural (com a qual se aprende a viver, e que até enriquece) da decepção que corrói, que adoece, que empobrece a vida.

Não há resposta pronta, e isso é uma boa notícia

Ninguém pode responder por você. Nem a analista, nem a amiga, nem o teste da revista, nem este texto. E isso, que parece cruel, é na verdade libertador: significa que a resposta é sua, que ela virá da sua escuta, no seu tempo.

O que se pode fazer, enquanto a resposta não vem, é criar condições de escuta. Falar. Escrever. Analisar-se, se possível. Observar o próprio corpo, que costuma saber antes: o aperto no peito ao ouvir a chave na porta, o alívio quando o outro viaja, ou, ao contrário, a saudade genuína que insiste.

E talvez, se ainda for possível, fazer a pergunta a dois. Porque há uma diferença enorme entre um relacionamento que acabou e um relacionamento que ninguém está cuidando. Existem laços que não morreram, foram abandonados vivos, à míngua de atenção, e podem ser reanimados se dois desejos se dispuserem ao trabalho. Outros, mesmo cuidados até o limite, ainda assim se esgotam. E o esgotamento honesto de um laço não é fracasso: é o reconhecimento de que aquele amor cumpriu o que tinha a cumprir. Há relações que terminam bem justamente porque terminam antes de virarem ressentimento, antes de destruírem o que construíram.

Se um dia você concluir que acabou, saiba que terminar não apaga o que foi vivido. O amor que existiu, existiu.

Ele fica inscrito em você, na mulher que você se tornou, no que aprendeu sobre desejar e ser desejada, até nas cicatrizes, que são também um saber. E se concluir que não acabou, que há ainda desejo debaixo do cansaço, então o convite é outro: reinventar o laço, porque nenhum amor sobrevive na forma em que nasceu.

Em ambos os casos, a bússola é a mesma: o seu desejo genuíno. Escutá-lo, ainda que ele diga o que você preferia não ouvir. É dele que deve vir a resposta, e não do medo, não da culpa, não da opinião alheia.

Marília Braga · Psicóloga · CRP 06/115713

Toque quantas vezes quiser

Como manter uma relação saudável e duradoura?

A própria pergunta já me chama a atenção. "Manter". Como se o amor fosse um objeto e como se durar fosse uma questão de manutenção, de técnica, de fazer as coisas certas na ordem certa...

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A própria pergunta já me chama a atenção. "Manter". Como se o amor fosse um objeto e como se durar fosse uma questão de manutenção, de técnica, de fazer as coisas certas na ordem certa.

Mas o que a gente chama de amor?

Quando alguém me pergunta como fazer uma relação durar, quase sempre existe uma outra pergunta escondida ali: "por que as minhas não duram?" Ou: "por que a minha dura, mas dói?" Ou ainda: por que eu escolho sempre o mesmo, com outro rosto, outro nome e acabo sempre no mesmo lugar?

Essa pergunta escondida é mais interessante do que a primeira. Porque ela não fala do outro. Ela fala de você.

Freud percebeu algo curioso: a gente repete. Repete cenas, repete escolhas, repete dores e repete justamente aquilo que não conseguimos lembrar, aquilo que não foi elaborado, dito, chorado, pensado. O que não vira palavra, vira sintoma. A gente jura que dessa vez vai ser diferente, e o inconsciente vai lá e escolhe de novo. Não por burrice, mas por fidelidade. Uma fidelidade estranha a uma história antiga, anterior a qualquer namorado, anterior até à adolescência. Uma história que começou em casa, no modo como fomos amadas, ou no modo como esperamos ser amadas e não fomos.

Então, antes de perguntar como manter uma relação, talvez valha perguntar: que relação eu venho mantendo comigo mesma? Que história eu venho repetindo sem saber que repito?

A fantasia da metade

A gente cresceu vendo contos de fadas, ouvindo que existe alguém que nos completa. E quando não encontramos esse amor perfeito, nos sentimos culpadas, fracassadas e não merecedoras.

Essa ideia de "alma gêmea" é bonita e cruel porque promete o impossível: que um dia a falta vai fechar, que um dia não vai mais faltar nada.

Só que a falta não fecha. E que bom que não fecha, porque é dela que nasce o desejo. Um casal que se completasse de verdade não teria mais nada a dizer um ao outro. Não haveria pergunta, curiosidade, surpresa.

Uma relação viva não é aquela em que dois viram um. É aquela em que dois continuam sendo dois e suportam isso. Suportam que o outro seja outro, pense diferente, deseje coisas que não nos incluem, tenha um mundo interno onde a gente não entra. Amar, nesse sentido, é receber o estrangeiro que o outro sempre será, sem exigir que ele fale a nossa língua o tempo inteiro.

Durar não é mérito

Preciso dizer uma coisa que talvez incomode: durar, por si só, não é sinal de saúde. Há relações que duram décadas sustentadas pelo medo. Medo da solidão, medo do julgamento, medo de recomeçar aos quarenta, aos cinquenta, em outro país, em outra vida. E há relações curtas que foram profundamente vivas. O tempo cronológico não mede o amor. O que mede (se é que algo mede) é outra coisa: nessa relação, eu fico maior ou menor? Eu me escuto mais ou me calo mais? Meu mundo se abre ou se estreita?

Uma relação saudável não é uma relação sem conflito. É uma relação em que o conflito pode existir sem virar catástrofe. Onde dá para brigar sem aniquilar, discordar sem abandonar, ter raiva sem deixar de amar. Onde a palavra circula, inclusive a palavra difícil, a que trava na garganta.

E aqui vai um "quase-conselho" que me permito: desconfie das relações em que você não pode falar. Não porque o outro proíba explicitamente, mas porque algo em você já aprendeu a se editar antes de abrir a boca. Esse silêncio tem história. E histórias, quando ficam mudas por tempo demais, cobram caro.

O convite

Então, como manter uma relação saudável e duradoura? Eu não sei. Ninguém sabe. E quem disser que sabe, está vendendo alguma coisa.

O que eu sei é que a pergunta mais fértil quase nunca é sobre o outro. É sobre o que em nós escolhe, repete, silencia, espera, teme. É sobre a nossa história de amor mais antiga: aquela que começou antes de todos os amores e que segue delineando todos os outros.

Essas perguntas raramente se respondem sozinhas. Elas pedem tempo, pedem palavra, pedem uma escuta que não julga nem apressa. Há coisas que só conseguimos pensar quando alguém nos escuta pensar. Falar em voz alta o que sempre foi mudo, às vezes muda tudo.

Talvez o amor duradouro não seja aquele que a gente precisa se preocupar em manter, mas aquele que a gente constrói todos os dias, com outro que nunca vai ser exatamente o que a gente sonhou, e ainda bem.

Mas para construir com o outro, antes é preciso conhecer o próprio terreno. Saber onde ele cede, onde ele endurece, o que está enterrado ali. Esse terreno é você. E ele merece ser escutado.

Marília Braga · Psicóloga · CRP 06/115713

Toque quantas vezes quiser

Novos textos são publicados aqui de tempos em tempos. Se algo neste te tocou, talvez valha a pena conversar sobre isso com calma.

Um convite à reflexão

Três perguntas para levar com você.

Mesmo que você não marque nada agora, talvez valha sentar com elas por alguns minutos. São suas.

i.

Quando uma relação termina, o que dói mais: perder a pessoa, ou o medo de ficar só?

ii.

Do que você costuma abrir mão para manter alguém por perto?

iii.

Você trataria uma amiga querida da mesma forma como tem se tratado no amor? O que diria a ela?

Não há resposta certa, nem pressa. Se em algum momento quiser olhar para isso acompanhada, vou estar aqui.

Quando você sentir que é hora

Talvez o gesto mais corajoso seja, enfim, direcionar o foco para dentro.

Se algo aqui tocou em você, podemos começar com uma única conversa (um primeiro encontro para sentir se faz sentido, sem compromisso de seguir adiante).

Para preservar a profundidade do cuidado, atendo um número limitado de pacientes.

Agendar pelo Doctoralia
Marília Braga · Psicóloga · CRP 06/115713 · agendamento pela plataforma Doctoralia